Alternativa à marca branca

Deixe de alugar a plataforma sobre a qual construiu o negócio.

Numa marca branca com partilha de receita, o custo cresce com o seu volume enquanto o contrato durar. Uma licença de software que lhe pertence, não.

Esta página é para operadores que pesam um contrato em marca branca ou chave na mão contra a propriedade da plataforma: quanto custam realmente os dois modelos à medida que o volume cresce, o que o acompanha quando sai, o que tem de ser recontratado e em que casos a marca branca continua a ser melhor.

0 % de partilha de receitas
A plataforma não leva parte nenhuma
A sua infraestrutura
A sua cloud, os seus dados
Marcas ilimitadas
A arquitetura não cobra por skin
Funciona sem nós
O suporte é um serviço, não um interruptor
Os dois modelos lado a lado

O mesmo casino. Um acordo muito diferente.

Ambos os modelos colocam uma plataforma a funcionar sob a sua marca. O que muda é de quem ela é, quanto custa à medida que cresce e o que acontece no dia em que a relação termina.

O que paga
Contrato em marca branca
Uma parte da receita, normalmente com mínimo mensal
Plataforma própria
Um preço fixo pelo software e depois o seu alojamento e a sua equipa
Quando o volume cresce
Contrato em marca branca
A fatura cresce com ele, sem limite
Plataforma própria
A fatura não se mexe; a sua margem alarga
Dados dos jogadores
Contrato em marca branca
Na plataforma do fornecedor
Plataforma própria
Na sua base de dados, na sua infraestrutura
Mudar o funcionamento de algo
Contrato em marca branca
Um pedido no backlog de outra pessoa
Plataforma própria
Os seus engenheiros alteram o código
Acrescentar uma marca
Contrato em marca branca
Normalmente novo contrato e nova taxa
Plataforma própria
Um trabalho de configuração; a arquitetura não cobra por skin
Contratos com fornecedores
Contrato em marca branca
Os do fornecedor, às condições dele
Plataforma própria
Os seus, negociados diretamente
Se as partes se separarem
Contrato em marca branca
A plataforma para; os jogadores ficam lá
Plataforma própria
Nada para — o código e os contentores são seus

Escrito a partir dos acordos que os operadores nos descrevem. Os contratos diferem, por isso o que importa é o que está à sua frente: estas são as cláusulas que vale a pena ler antes de assinar.

A conta a três anos

A partilha de receita cresce com o volume. Um preço fixo de software, não.

A comparação não é «barato contra caro»: é um custo variável contra um custo fixo, e qual vence depende inteiramente do seu volume e de quanto tempo pretende operar.

01

Calcule primeiro o seu próprio ponto de equilíbrio

Pegue na receita bruta de jogo mensal prevista, aplique a partilha que lhe propuseram e multiplique por trinta e seis. Compare com uma licença única mais três anos de alojamento e os engenheiros para operar. O ponto de cruzamento costuma ficar entre um volume modesto e um médio — e é o seu número, não o nosso, por isso faça-o antes de avaliar qualquer proposta, incluindo a nossa.

02

A percentagem incide sobre os seus melhores meses

A partilha de receitas escala com o sucesso, não com o custo de servir. O mês em que uma campanha resulta é o mês em que a fatura da plataforma é maior, e servir esse tráfego não custou proporcionalmente mais ao fornecedor.

03

Ser dono tem custos que uma proposta não mostra

Infraestrutura, monitorização e uma equipa capaz de operar uma plataforma deste tamanho — vários engenheiros, não um. Preferimos que planeie isso agora a que o descubra no segundo mês; o que se compara é o total, não a linha da licença.

04

A saída só tem preço num dos modelos

Sair de uma marca branca significa migrar jogadores, saldos e histórico de uma plataforma que não controla, em condições escritas antes de ter poder negocial. Sair de um fornecedor de software significa continuar a correr o software que já detém e simplesmente deixar de comprar suporte.

A sair de uma marca branca

O que vai consigo e o que tem de ser refeito.

A plataforma raramente é a parte difícil de uma migração. Os dados e os contratos são, e andam a ritmos diferentes — razão para resolver isto antes de prometer uma data a quem quer que seja.

Migra, se a exportação colaborar

  • Contas e perfis de jogador
  • Saldos das carteiras
  • Histórico de transações e de jogo
  • Estado de KYC e registos de verificação
  • Saldos de bónus e progresso de aposta
  • Estruturas de agentes e afiliados

Tem de ser recontratado em seu nome

  • Acordos com fornecedores de jogos
  • Acordos com fornecedores de pagamento e PSP
  • A licença de jogo de cada mercado
  • Domínio, DNS e CDN
  • Contas junto de fornecedores de KYC e AML

A limpeza da primeira coluna depende do que o seu fornecedor atual exportar, e essa pergunta faz-se cedo: pesa mais no calendário do que o trabalho técnico. A segunda coluna é trabalho contratual em paralelo, e é normalmente ela que fixa a data de lançamento.

Como os operadores fazem na prática

A mudança pode ser feita por etapas.

A migração que corre mal é a que muda todo o negócio numa noite. O padrão comum é mais calmo: uma marca nova arranca primeiro na plataforma própria, a equipa aprende o software enquanto nada está em risco, e a marca existente muda quando a operação já se provou. Ambas correm em paralelo o tempo que for preciso — são sistemas separados, com contratos separados, e nenhum sabe do outro.

Onde a marca branca ganha

Casos em que alugar é a resposta certa.

Esta página defende um modelo, por isso aqui fica o argumento contrário: quem ler só as razões para ser dono descobre o resto à sua própria custa.

Está a testar se o negócio sequer funciona

Com pouco volume, uma partilha de receitas custa menos do que plataforma mais equipa, e pode ser interrompida. Comprar software para descobrir se um mercado responde é estudo de mercado caro.

Não tem equipa de engenharia nem a quer

Ser dono do código só é vantagem se alguém o ler. Uma plataforma deste tamanho precisa de vários engenheiros para operar; sem eles, um fornecedor que o faz por uma percentagem está a fazer trabalho a sério por essa percentagem.

Precisa de estar no ar em semanas, sem capacidade interna

Uma marca branca coloca uma marca à frente dos jogadores mais depressa do que qualquer deployment que faça por si, porque a plataforma, os fornecedores e os canais de pagamento já existem do lado deles.

A sua licença e os fornecedores já estão com o fornecedor

Se é o fornecedor que detém a licença e os contratos, sair significa reconstruir ambos. Isso é um projeto comercial, não técnico, e planeia-se em vez de se descobrir.

Perguntas frequentes

Perguntas sobre a mudança.

O que os operadores perguntam quando a comparação deixa de ser abstrata.

Não, e a diferença está no contrato, não no software. Uma marca branca é um serviço alugado: o fornecedor opera a plataforma, guarda os dados e leva uma parte. Aqui recebe uma cópia completa do código, implanta-a na sua infraestrutura e não paga percentagem nenhuma de receita. O suporte e os módulos novos são um serviço separado, que pode comprar ou deixar de comprar sem que a plataforma mude de mãos.

Depende do seu volume e do âmbito — módulos isolados, a plataforma completa, ou a plataforma com os nossos engenheiros ao lado da sua equipa —, por isso um número num site enganaria a maioria dos leitores. Traga os seus números: receita bruta de jogo prevista, a percentagem que paga hoje e o prazo que tem em mente. Uma chamada chega para perceber se a conta favorece a propriedade; se não favorecer, dizemos.

Contas de jogador, saldos, histórico de transações e de jogo, estado de KYC e progresso de bónus podem ser migrados. A limpeza do resultado depende inteiramente do que o seu fornecedor atual exportar e em que formato — vale a pena esclarecê-lo com ele antes de comprometer uma data, porque manda no calendário mais do que o trabalho técnico. Os acordos com fornecedores de jogo e de pagamento não migram: são assinados de novo em seu nome.

O software implanta-se depressa: vem em contentores, com CI/CD próprio e migrações. O que fixa a data é o trabalho contratual em paralelo — fornecedores a reassinar, canais de pagamento a abrir em seu nome, licença por mercado. Os operadores que planeiam essa sequência, em vez de uma mudança técnica, são aqueles cujas datas se aguentam.

Sim. Vários engenheiros, não um — os serviços são pequenos e consistentes, mas são mais de 35 e ninguém tem tudo na cabeça, nós incluídos. Se não tem essa equipa nem pretende formá-la, uma marca branca é realmente o melhor acordo, e preferimos dizê-lo antes e não depois de uma compra.

A Callisto é um produto e não um desenvolvimento à medida, por isso o mesmo código vai para mais do que um operador e nada na forma de venda o reserva a um só. Cada instalação corre na sua própria infraestrutura com os seus próprios dados, e nenhuma vê a outra. A exclusividade num mercado é uma questão comercial, não técnica — levante-a antes de assinar em vez de presumir a resposta.

Traga os seus números, não só as suas perguntas.

Diga-nos o volume previsto, a partilha de receitas que paga hoje e os mercados onde opera. Fazemos a comparação consigo — incluindo o caso em que ficar onde está é a resposta certa.

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Respondemos dentro de um dia, normalmente no próprio.

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